Cada paciente chega com dúvidas, medos e expectativas diferentes. A consulta é um espaço para entender o diagnóstico, conversar com clareza e construir o tratamento com segurança.
Quando identificado cedo,
o caminho muda.
Estar atento à saúde é a
melhor forma de se abraçar.
Cada etapa do tratamento,
com alguém do seu lado.
Com ampla experiência no acompanhamento de pacientes adultos com câncer, a Dra. Recídia construiu sua atuação baseada em uma oncologia humana e acolhedora. Em Natal/RN, integra equipes de referência em oncologia e participa ativamente da discussão multidisciplinar de casos complexos, sempre priorizando um tratamento personalizado e alinhado às necessidades de cada paciente.
O que define o meu atendimento não é só o protocolo. É a escuta. Ouço o paciente antes de falar sobre o tratamento, porque entender a pessoa que está à minha frente faz parte do diagnóstico.

O câncer colorretal já ocupa a segunda posição entre os tumores mais frequentes em homens e mulheres no Brasil, desconsiderando o câncer de pele não melanoma. Os principais fatores de risco são os comportamentais, como tabagismo, sedentarismo, excesso de gordura corporal, consumo de bebidas alcoólicas, consumo elevado de carne vermelha e carnes processadas, além do baixo consumo de alimentos ricos em fibras. Cirurgia é a principal opção curativa em muitos casos, mas pode ser combinada com quimioterapia e, no câncer de reto, com radioterapia.

Mundialmente, o câncer de mama é o mais incidente entre as mulheres, representando 11,6% do total de casos. Origina-se principalmente, no tecido glandular mamário e apresenta ampla diversidade morfológica e molecular. A classificação molecular permite identificar subgrupos com características distintas de prognóstico e sensibilidade às terapias. Quando diagnosticado e tratado precocemente, apresenta, na maioria dos casos, prognóstico favorável (Who Classification of Tumours, 2019a; Wild; Weiderpass; Stewart, 2020).

Em razão do comportamento silencioso e da ausência de sintomas específicos em fases iniciais, a maioria dos casos é diagnosticada em estágios avançados, o que faz do câncer de ovário a principal causa de mortalidade por câncer do sistema reprodutor feminino (Wild; Weiderpass; Stewart, 2020). Esse tumor ocorre principalmente em mulheres na pós-menopausa. Mutações germinativas nos genes BRCA1 e BRCA2, principal fator de risco hereditário para o câncer de ovário, estão presentes em cerca de 10 a 15% dos casos.

Mundialmente, o câncer de mama é o mais incidente entre as mulheres, representando 11,6% do total de casos. Origina-se principalmente, no tecido glandular mamário e apresenta ampla diversidade morfológica e molecular. A classificação molecular permite identificar subgrupos com características distintas de prognóstico e sensibilidade às terapias. Quando diagnosticado e tratado precocemente, apresenta, na maioria dos casos, prognóstico favorável (Who Classification of Tumours, 2019a; Wild; Weiderpass; Stewart, 2020).

A vacinação e a realização do exame preventivo (Papanicolau) se complementam como ações de prevenção desse tipo de câncer. Quando detectado precocemente e tratado de forma adequada, o câncer do colo do útero apresenta alto potencial de cura, sendo considerado altamente prevenível por vacinação e rastreamento organizado (Who Classification of Tumours, 2020). Embora a infecção persistente por tipos oncogênicos de HPV seja condição necessária para o desenvolvimento do câncer do colo do útero, diversos cofatores podem influenciar a persistência viral e a progressão das lesões precursoras para câncer invasivo.

O câncer de pâncreas é uma neoplasia maligna que, na maioria dos casos, origina-se na porção exócrina do órgão, sendo o adenocarcinoma o subtipo mais comum (Who Classification of Tumours, 2019b). Essa neoplasia geralmente não causa sinais ou sintomas específicos nos estágios iniciais, o que contribui para o diagnóstico tardio e para sua alta taxa de mortalidade (Wild; Weiderpass; Stewart, 2020).

Esse tipo de câncer surge no revestimento interno do útero. Acomete principalmente mulheres na pós-menopausa, embora possa ocorrer em outras faixas etárias. O principal sintoma do câncer de endométrio é o sangramento vaginal anormal. Atualmente Fatores Histopatológicos e Moleculares do tumor são considerados na definição de tratamento.

Colangiocarcinoma e tumores da vesícula biliar exigem acompanhamento especializado e discussão multidisciplinar. O tratamento é planejado de forma individualizada, respeitando as características de cada caso.

O tratamento oncológico pode envolver quimioterapia, imunoterapia, terapias-alvo e associação com radioterapia, sempre definidos de acordo com o tipo do tumor, estágio da doença e características de cada paciente. O acompanhamento próximo permite ajustar cada etapa tenha foco na qualidade de vida.
Revisamos juntos seus sintomas, histórico e exames anteriores. Valorizando todas as informações.
Com base nos exames, definimos o estadiamento e o plano terapêutico mais adequado, como quimioterapia, radioterapia, cirurgia ou acompanhamento clínico.
O tratamento começa com todas as suas dúvidas respondidas. Você sabe o que esperar, o que monitorar e o que deve fazer.
O cuidado não termina na infusão. Acompanhamos cada fase do tratamento e ajustamos os protocolos quando necessário.

A quimioterapia age sobre células que se multiplicam de forma acelerada, como as células cancerosas. Pode ser usada antes de uma cirurgia para reduzir o tumor, depois para eliminar células remanescentes ou como tratamento principal em casos clínicos. Os efeitos colaterais existem e são monitorados de perto, porque qualidade de vida durante o tratamento não é detalhe, é parte do protocolo.

A imunoterapia não ataca o tumor diretamente. Ela estimula o sistema imunológico do paciente a reconhecer e destruir as células cancerosas. É uma abordagem mais recente, com resultados expressivos em diversos tipos de tumor, e que costuma ter um perfil de efeitos colaterais diferente da quimioterapia tradicional. Cada caso determina se ela é indicada sozinha ou em combinação com outros tratamentos.

A terapia-alvo age em alvos moleculares específicos presentes nas células tumorais, mutações ou proteínas que fazem o câncer crescer. Em vez de agir de forma ampla como a quimioterapia, ela age com precisão. Para isso, é necessário um teste molecular que identifica se o tumor tem o perfil adequado para esse tipo de tratamento. Quando indicada, os resultados podem ser significativos com menos impacto no organismo saudável.
Nem sempre. Muitos pacientes conseguem manter parte da rotina durante o tratamento, incluindo trabalho, exercícios leves e atividades do dia a dia. Isso depende do tipo de quimioterapia, da resposta do organismo e do momento de cada paciente. O acompanhamento próximo ajuda a controlar sintomas e adaptar o tratamento quando necessário.
Não. Você pode agendar uma consulta diretamente, especialmente em casos de diagnóstico recente, suspeita de câncer ou necessidade de segunda opinião. Levar exames já realizados ajuda a tornar a avaliação mais completa.
Os dois profissionais podem atuar juntos. O oncologista clínico é responsável pelo tratamento medicamentoso do câncer, como quimioterapia, imunoterapia e terapias-alvo. Já o cirurgião avalia a necessidade de procedimentos cirúrgicos. Em muitos casos, o tratamento é definido de forma multidisciplinar.
A imunoterapia é um tratamento que estimula o próprio sistema imunológico a reconhecer e combater as células tumorais. Ela pode ser indicada em alguns tipos de câncer e depende de características específicas do tumor, avaliadas por exames e pelo perfil de cada paciente.
Sim. Pessoas com histórico familiar podem precisar iniciar o rastreio mais cedo, mesmo sem sintomas. A detecção precoce aumenta significativamente as chances de tratamento e controle da doença. A avaliação individual é importante para definir quando iniciar os exames e qual acompanhamento é mais adequado.
O tempo varia conforme o tipo de medicação e o protocolo utilizado. Algumas sessões podem durar menos de uma hora, enquanto outras levam várias horas. Antes do início do tratamento, cada etapa é explicada com clareza para que o paciente saiba exatamente como será sua rotina.
Desde a primeira consulta, me senti acolhida e segura. A Dra. Recídia explicou cada etapa do tratamento com clareza e sempre me fez sentir ouvida durante todo o processo.
O diagnóstico trouxe muito medo, mas encontrar uma médica humana e atenciosa fez toda diferença. O cuidado próximo me deu confiança para enfrentar cada fase do tratamento.
Além da competência técnica, o que mais me marcou foi a forma como fui tratada. Cada consulta acontecia com calma, respeito e atenção às minhas dúvidas e inseguranças.
Receber um diagnóstico de câncer muda tudo. Ter uma oncologista que transmite tranquilidade, presença e esperança tornou esse caminho muito mais leve minha mãe e nossa família.